Programação da posse de Dilma é definida pelo Itamaraty

Brasília – O ato de posse da presidenta eleita Dilma Roussef, no dia 1º de janeiro, está previsto para começar às 14h30 no plenário do Congresso Nacional. Às 14h, ela sairá da Catedral de Brasília, a bordo do Rolls Royce presidencial conversível, em direção ao Legislativo. Se chover, o trajeto será percorrido em carro fechado. As informações foram confirmadas pelo Itamaraty.

A definição ocorreu ontem durante reunião entre um grupo de trabalho do Itamaraty, responsável por coordenar os preparativos da cerimônia, e integrantes da equipe de transição. O horário permitirá a presença de governadores eleitos, que tomarão posse em seus estados pela manhã.

A expectativa é que aproximadamente 1.700 convidados compareçam à cerimônia no Congresso Nacional, onde Dilma e o vice Michel Temer farão, individualmente, perante a nação, o juramento de “manter, defender e cumprir a Constituição, observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro, sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil". Além dos parlamentares, a solenidade reunirá membros do Judiciário, ministros de Estado, representantes estrangeiros e parentes da presidenta e do vice-presidente.

Logo após ser empossada, Dilma deve fazer o primeiro discurso como presidenta da República. Por volta das 16h30, seguirá no Rolls Royce até o Palácio do Planalto, onde será recebida na rampa pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que passará a faixa presidencial à sua sucessora. Ali, ela receberá os cumprimentos dos chefes de Estado e de autoridades presentes. Às 17h, Dilma fará novo discurso. Desta vez, no parlatório, de frente para a Praça dos Três Poderes. Depois ela dará posse aos seus ministros.

À noite, por volta das 18h30, Dilma oferecerá um coquetel no Palácio do Itamaraty para autoridades e missões estrangeiras enviadas especialmente para a posse. Segundo o Itamaraty, entre os convidados está o presidente da França, Nicolas Sarkozy, que apoia o pleito do Brasil de ocupar uma cadeira permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas e negocia a venda de caças franceses para uso da Força Aérea Brasileira (FAB).

 

Agência Brasil

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