Presidente da Aspol denuncia perseguição e revida com pré-candidatura

O presidente da Associação dos Policiais Civis de Carreira da Paraíba (Aspol-PB), Flávio Moreira, divulgou hoje uma carta à imprensa paraibana denunciando a prática de perseguição por parte do Governo do Estado. O dirigente foi designado, no Diário Oficial de ontem, para cumprir expediente na a 8ª Delegacia Distrital, no Bairro das Indústrias. Na mesma edição do DOE, o vice-presidente e o tesoureiro também são chamados a assumirem funções na 6ª Delegacia Distrital. Os três, pelas funções que ocupam na Aspol, têm direito a licença, a fim de dedicarem-se às lutas da classe policial.

Em conversa com o Parlamentopb, Flávio acrescentou que o vice-presidente da Associação de Defesa das Prerrogativas dos Delegados (Adepdel), Steferson Gomes Nogueira, também foi "contemplado" com a mesma convocação:

– É clara a atuação da cúpula do Governo para desmobilizar as entidades que defendem os direitos dos trabalhadores na Segurança Pública. Nós temos direito à licença porque nossa função exige disponibilidade para viajar e ouvir as queixas dos companheiros em diversos municípios. Não é uma coincidência que depois de anunciarmos uma série de viagens ao interior da Paraíba para conferir a situação de agentes e escrivãos em vários municípios termos sido chamados para assumir atribuições em delegacias. É uma tentativa de nos calar.

Flávio Moreira convocou a assessoria jurídica da Aspol para uma reunião na manhã desta segunda-feira, 3, com a finalidade de impetrar uma medida cautelar visando garantir o direito dele e dos colegas à licença enquanto estiverem na Aspol.

Na carta encaminhada à imprensa, ele também revela que será pré-candidato a deputado federal "de maneira irrevogável".Confira o texto no site do presidente da Aspol.

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