Mário Tourinho

Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal


PMJP bem articulada em prol do paisagismo

A cidade seja grande, média ou pequena, a maior expectativa de sua população é quanto ao que seu gestor/prefeito está fazendo ou vai fazer em relação ao paisagismo dessa cidade, embora – claro – outras expectativas existam, em especial nos campos da saúde e da assistência social.

Entretanto, o que mais marca uma gestão municipal sempre foram suas ações de construção ou requalificação dos ambientes da cidade, porquanto sendo paisagísticos (redundantemente belos) são alentadores tanto aos olhos quanto ao coração!

E todos sabemos que paisagismo não se limita só a jardins e praças, não! O paisagismo busca, também, recompor espaços, por exemplo, os afetados por construções desordenadas, ou seja, que precisam organizar a paisagem para criar condições de uso público, gerando ambientes harmoniosos para agradável convivência ou de sentimento confortante mediante um simples passar por esses lugares.

O paisagismo ou as paisagens de uma cidade têm, pois, um dimensão muito ampla! E há ações, levadas a efeito por uma gestão municipal, cujo objetivo original nem seria esse do paisagismo, como, por exemplo, a da boa sinalização do trânsito, em particular a denominada “sinalização horizontal” com suas bem pintadas linhas demarcatórias de cada faixa, com as faixas de pedestres igualmente bem pintadas, com as “lombadas físicas” com suas cores bem vivas e indicativas de advertência etc.. Essa sinalização horizontal, instalada para propiciar mais segurança ao trânsito e obviamente às pessoas, terminam, por suas cores que jamais devem ficar nem semiapagadas (e que financeiramente custam tão pouco)… essa sinalização termina (vale repetir) proporcionando um paisagismo elogiável e agradecido por todos os que residem na cidade e os que a visitam. A propósito, uma das atrações paisagísticas da cidade de Ashkelon/Israel são as faixas de pedestre em 3D: elas propiciam mais segurança e embelezamento!

Em relação especificamente à Prefeitura de João Pessoa, estamos com muito boa expectativa de que o paisagismo (que, mesmo que parecendo redundância, corresponde a paisagens belas) está muito em foco. E assim consideramos não só porque na Diretoria de Paisagismo, que se vincula à Sedurb-JP (Secretaria de Desenvolvimento Urbano, cujo titular é Fábio Carneiro), nessa Diretoria de Paisagismo encontre-se Jair Soares que se constitui em um desses cidadãos muito compromissados e empenhados com o desenvolvimento da cidade! Esta nossa expectativa muito positiva decorre da sintonia que se percebe existir em toda a equipe da PMJP, particularmente entre suas secretarias, por óbvio assim estimuladas pelo prefeito Cícero Lucena, que, para apoio de articulação e coordenação interna com vistas a essa sintonia, conta com o secretário José Williams, da Seplan-JP.

E como aqui nos referimos à sintonia da equipe da PMJP para ações em prol do paisagismo, o que obviamente envolve participações da própria Sedurb, da Seinfra, da Semam e até da Setur, no próximo texto vamos especificar a experiência que, como residente, temos acompanhado e que se alude às ações que a Prefeitura pessoense já iniciou em relação à beira-mar do Bessa (av. Arthur Monteiro de Paiva) a partir de uma reunião realizada em fevereiro deste ano com a presença do prefeito Cícero Lucena e seu secretário José Williams (da Seplan), reunião esta organizada pelo denominado Grupo Pró-Bessa, composto por moradores e diretores dos restaurantes, hotéis e pousadas instalados nessa área, cabendo desde já antecipar que a prioridade reivindicatória do Grupo corresponde à requalificação da iluminação pública da mencionada beira-mar, iluminação tão deficiente que faz parecer não fazer parte da orla de João Pessoa.

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