PHS decreta intervenção em Campina Grande e mais 10 municípios

A executiva estadual do PHS paraibano decidiu ontem por unanimidade decretar intervenção no diretório municipal de Campina Grande, gerido pelo empresário Érico Feitosa. Os nove participantes da reunião concordaram com a argumentação apresentada pelo dirigente estadual, Júlio Cézar Viana, de que a instância campinense teria perdido muitos filiados durante a gestão de Feitosa. Segundo Viana, o número teria passado de 128 para 38 na gestão de Érico Feitosa. Na Rainha da Borborema, o interventor designado é Edvaldo Caiçara, que foi presidente do PHS campinense e integra a executiva nacional do partido. De acordo com o pedido, que será encaminhado ao TRE na segunda-feira, Érico fica afastado do diretório até que o interventor conclua seu levantamento. Na prática, isso deve durar até o dia 8 de outubro, quando começa o prazo para a entrega da lista de filiados à Justiça Eleitoral.

Além de Campina Grande, a intervenção, por problemas internos, foi aprovada também nos diretórios municipais de Boqueirão, Conceição, Esperança, Matinhas, Ouro Velho, Riachão do Bacamarte, São José da Lagoa Tapada, Soledade, Santa Rita, Sousa e Santo André.

Apesar da justificativa de Júlio Cézar Viana para a intervenção, o empresário Érico Feitosa alega ter sido vítima de retaliação porque deu entrada em um pedido de impugnação do registro de candidatura da Coligação Paraíba Unida, alegando que o PHS se aliou ao governador José Maranhão de maneira irregular. Ele cita que teria obtido maioria dos apoios da legenda para disputar o pleito como candidato a Governador. Júlio, contudo, diz que a maioria dos filiados preferiu a composição à candidatura própria.

 

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