Novo advogado se habilita para defender Cássio e processo é adiado

Paulo de Pádua

Foi adiado mais uma vez o julgamento da ação que acusa o ex-governador Cássio Cunha Lima (PSDB) de efetuar gastos excessivos com publicidade no ano de 2006. O adiamento ocorreu por causa de um pedido de vista do relator do processo, juiz Carlos Neves da Franca Neto, acompanhado pela maioria dos membro do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, exceto o desembargador e vice-presidente da Corte, Manoel Monteiro. Uma nova data foi marcada para o dia 26 deste mês.

O relator Carlos Neves, que foi o primeiro a falar na sessão do Pleno desta terça-feira, justificou seu pedido de vistas pelo fato de o novo advogado de defesa do ex-governador, José Eduardo Alckmin, não ter tido ainda conhecimento dos autos do processo. Neves informou que havia recebido vários requerimentos da defesa, baseados neste fato, para que o julgamento fosse remarcado.

A proposta do relator foi acatada pelos juizes-membros do TRE, Niliane Meira Lima, João Ricardo Coelho, Newton Vita e João Batista Barbosa. A sessão foi conduzida pelo presidente da Corte e desembargador Genésio Gomes Pereira Filho.

Cássio está sendo acusado de fazer gastos excessivos em publicidade nos primeiros seis meses (de janeiro a junho) do seu governo, em 2006. A ação foi movida, na época, pela Coligação “Paraíba do Futuro”, através de Luciano Cartaxo, atualmente vice-governador.

Na semana passada, os primeiro advogados de defesa do tucano pediram para se desabilitar do processo, alegando questões de saúde e assuntos particulares. Agora, um novo advogado, José Eduardo, que atua em Brasília, se habilitou para o caso.

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