Nilda propõe repasse de R$ 180 milhões para projetos de inclusão digital

O município de Campina Grande/PB deverá ser contemplado, em 2012, com R$ 180.000.000,00 para investimento na elaboração e implantação de projetos tecnológicos de inclusão digital para atender especialmente as camadas mais carentes da população. A transferência dos recursos foi proposta pela deputada federal Nilda Gondim (PMDB-PB) através de emenda de bancada (modalidade individual) ao Orçamento Fiscal da União para o exercício financeiro de 2012.

Provenientes da Unidade Orçamentária relacionada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, os recursos, segundo Nilda Gondim, serão importantes para que a administração municipal, comandada pelo prefeito Veneziano Vital do Rêgo (PMDB), possa intensificar o trabalho no sentido de promover a inclusão digital de um número cada vez maior de campinenses. “Com isso, Campina Grande poderá dar um passo ainda maior no sentido do desenvolvimento econômico com justiça social”, ressaltou a deputada.

Citando os resultados de pesquisa de desenvolvimento divulgados em novembro passado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), em que Campina Grande apareceu com resultados melhores que os da Paraíba e de outros 19 Estados da Federação, Nilda Gondim disse que seu filho Veneziano vem trabalhando muito no sentido de fazer com que Campina Grande continue cada vez mais se destacando no cenário político-administrativo nacional como uma cidade inovadora e em franco desenvolvimento.

Para que esse trabalho obtenha o alcance desejado, ela disse que o governo municipal precisa de recursos financeiros para investir em projetos de infraestrutura nas áreas periféricas. “Com o atendimento à emenda ao Orçamento Fiscal da União que prevê o repasse, para Campina Grande, de R$ 180 milhões do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, o município poderá criar espaços públicos de inclusão digital com vistas à implantação e execução de ações que atendam especialmente as camadas mais pobres da população, que encontram dificuldades de acesso aos instrumentos básicos necessários ao pleno exercício da cidadania”, comentou.

Nilda Gondim acrescentou que, além da simples troca de mensagens por meio de telefones celulares ou através das redes sociais ligadas à Internet, o uso das tecnologias da informação e comunicação (TICs) ajuda a diminuir a pobreza no mundo, não somente pelo simples acesso à tecnologia, mas, sobretudo, pela possibilidade que os usuários têm de ampliar os seus conhecimentos, de acompanhar, fiscalizar e cobrar responsabilidade dos gestores públicos, e também de buscar e alcançar novos serviços e facilidades para ampliar as suas perspectivas de cidadania.

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