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Morte de Radegundis deixa triste clássicos e roqueiros

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“É uma perda irreparável e ainda estamos em estado de choque”. Foi assim que o músico  Felipe Avellar de Aquino, professor do Departamento de Música da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), comentou a morte do trombonista  Radegundis Feitosa, chefe do Departamento de Música da UFPB.  Radegundis morreu vítima de acidente de automóvel na manhã de hoje durante viagem à sua terra natal, Itaporanga, aonde participaria de apresentação musical em comemoração ao aniversário da cidade.

O professor Felipe Avellar, que tocava violino em conjuntos musicais maiores ao lado de Radegundis, disse que toda a comunidade universitária e principalmente os profissionais ligados à música devem lamentar a morte do músico Radegundis que era doutor em Trombone  Performance pela “The Catholic University of America” de Washington D.C. U.S.A (1991) e  Mestre pela “The Juilliard School” de New York, U.S.A (1987).

A morte de Radegundis Feitosa repercutiu em vários ambientes musicais da Paraíba. Em uma lista de debates digitais sobre a cultura pop/rock no Estado, muitos profissionais e produtores lamentaram essa perda. É o caso, por exemplo, de Patativa, vocalista da banda Madalena Moog. Em sua postagem Patativa escreveu que Radegundis era a alma do Sexteto Brassil. “Ele (Radegundis) era empolgação pura, tocava com a alma”, lamentou o roqueiro. 

Outro roqueiro, Haley Guimarães, membro da banda Burro Morto, lembrou que Radegundis tinha uma comunicação muito direta e veloz com o instrumento tocava: o trombone. Haley, que como técnico chegou a gravar Radegundis tocando com outros músicos em estúdio na cidade de João Pessoa, disse que toda pessoa que tem uma relação de intimidade com instrumento musical sabe o tempo e a dedicação que uma pessoa como Radegundis mantinha e o nível de criação em que estava. “Ver que em um segundo isso se esvai, é muito triste” finalizou. 

Acidente – O acidente de trânsito que provocou a morte dos quatro músicos aconteceu por volta das 10h40 na BR 361, entre Piancó e Itaporanga. Relatos dão conta que o carro em que estavam os músicos, um Citroen, tentou desviar de um animal e acabou se chocando contra outro veículo, na altura do km 90. Com o impacto, o veículo capotou por várias vezes e pegou fogo, matando na hora todos os ocupantes.

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