Alexandre Moura

Engenheiro Eletrônico, MBA em Software Business e Comércio Eletrônico, Chairman da Light Infocon Tecnologia S/A, VP da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado da Paraíba e Diretor de Relações Internacionais da BRAFIP.


“Marketplace”

A ACCG – Associação Comercial e Empresarial de Campina Grande, dentro de sua programação de eventos voltados para seus associados e também, para o empresariado local de forma geral, promove no próximo dia 15 deste mês, mais um workshop com o objetivo de esclarecer dúvidas sobre Marketplace (ambiente de comércio e serviços, na Internet). As vendas através de Marketplace é uma realidade mundial e uma forte tendência do comércio eletrônico (e-commerce) brasileiro, tendo este segmento no ano passado, um faturamento de R$ 53 bilhões, com crescimento de 12% em relação a 2017. O evento da ACCG, denominado de “Marketplace na Prática”, conta com o apoio do SEBRAE-PB e parceria do “ClubJob” e do “Hotel Intercity”.Mais informações pelo telefone 3341.3306. As inscrições podem ser feitas no endereço http://bit.ly/Marketplace_na_Prática

Startups Sociais”

Um levantamento recente, feito pelo SEBRAE Nacional, constatou que o Brasil tem hoje cerca de “mil Startups de impacto social (chamadas de Startups Sociais), com mais de 50% delas criadas há menos de um ano”. Outro dado muito interessante é que, quase a totalidade desses negócios usam novas tecnologias para solucionar problemas sociais, tem sede na região sudeste e são geridos por jovens entre 30 e 39 anos. Um exemplo é a Startup “Simbiose Social” que tem sede em São Paulo. A empresa tem uma “plataforma contendo uma base de dados de mais de 180 mil projetos sociais, que são mostrados/oferecidos a potenciais investidores (a maioria empresas com programas de responsabilidade social que buscam projetos bem estruturados, para efetuarem doações)”. A Simbiose Social já conseguiu R$ 150 milhões de investimentos para cerca de 80 projetos de entidades sociais. Ou seja, o modelo funciona!

Além do “Selfie

O popular Selfie (neologismo da língua inglesa, com origem no termo self-portrait, que significa autorretrato) que virou mania mundial na Internet, vem se tornando um aliado no combate a fraudes virtuais, visto que o Selfie pode ser utilizado como meio de reconhecimento biométrico do rosto e assim, servir como uma “assinatura digital”, para acesso a smartphones e a contas bancárias por exemplo. Softwares (programas de computador) que utilizam o “autorretrato” como “senha”, em conjunto ou não, com outras formas de biometria (como digitais) para validar e garantir um acesso seguro, a sistemas de informações, de transações financeiras (nas agências bancarias e nos caixas automáticos) e de comércio eletrônico, já começam a ser comuns em nosso dia a dia. A preocupação com segurança, principalmente no sistema financeiro, é constante e só tende a aumentar com o advento dos “Bancos 100% digitais”. Só no Brasil, já existem mais de 15 milhões de clientes destes bancos, segundo pesquisa do Boston Consulting Group e segurança é a principal preocupação destes clientes.  E com a entrada em vigor da LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados no ano que vem, os bancos devem aumentar mais ainda a segurança em seus sistemas, preocupados com as penalidades da LGPD.

Primeira Vez

A EMBRAER, fabricante brasileira de aviões e a UFES – Universidade Federal do Espírito Santo através de uma parceria de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) Tecnológico realizaram pela primeira vez no hemisfério sul, “os procedimentos de taxiamento (movimentação em solo, no pátio do aeroporto) autônomo de um avião”. Ou seja, a aeronave modificada (um jato executivo modelo Legacy 500, da EMBRAER) movimentou-se no aeroporto indo até a posição de decolagem e retornou ao ponto de partida “sozinho” (sem um piloto nos comandos)! O projeto tem o objetivo final, de “ter um protótipo funcional de uma aeronave autônoma utilizando tecnologias de IA (Inteligência Artificial) e Robótica”, que faça todos os procedimentos que um avião faz inclusive voar, sem a necessidade de um piloto. Este primeiro teste, foi resultado de seis meses de muito trabalho da equipe técnica formada por pesquisadores da UFES e engenheiros da EMBRAER, especialistas em diversas áreas, como robótica, desenvolvimento de software, construção de modelos matemáticos e IA.

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