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Marcondes Gadelha nega crise por causa de adesão de Inaldo Leitão

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O deputado federal Marcondes Gadelha (PSC) negou ontem à noite durante entrevista ao programa Conexão Master, da TV Master, que a adesão do ex-deputado Inaldo Leitão (PSB) – seu adversário histórico na região de Sousa – à base de José Maranhão (PMDB) possa representar um motivo de crise entre os maranhistas do sertão. Segundo ele, a mudança de posicionamento político do ex-socialista deve ser mais sentida na oposição do que no bloco de apoio à reeleição do governador.

– Essa migração de Inaldo Leitão é muito mais sentida do outro lado que do lado de cá. Em Sousa, não vai haver nenhuma tsunami ou bravata de quem quer que seja. Estamos zen e light. Se me perguntarem se estou satisfeito ou insatisfeito, eu digo que estou zen. Isso não muda meu estado de humor.

Ele se referiu também à pré-candidatura do irmão de Inaldo, Mikika Leitão, que seria um dos beneficiados com a chegada do ex-deputado ao Governo e declarou que será muito difícil aos Leitão tirar votos do pré-candidato a estadual André Gadelha.

– Nosso sistema político [em Sousa] é muito bem definido e com lideranças integradas. É muito difícil alguém, por mais carregado de poder que venha, tirar votos de André Gadelha.

Finalmente, Marcondes, que confirmou sua condição de pré-candidato ao Senado na chapa de José Maranhão, declarou que não vai procurar o novo secretário-chefe da Casa Civil a quem habitualmente são encaminhados os pleitos políticos que buscam a resolução do governador do Estado:

– Não há muito o que o governador ainda possa fazer por Sousa. Já estamos em campanha. Acabou o festival de expectativas. Daqui por diante, não há muito o que se pedir. Se tiver que pedir, vou fazê-lo ao governador. Não julgo essa questão de oportunismo porque eu leio a Bíblia e não julgo para não ser julgado. Se eu chamar Inaldo de oportunista, vou ter que chamar meio mundo… a Paraíba toda. É uma sangria desatada!

Participaram da entrevista, além do apresentador Luís Tôrres e do cientista político Lúcio Flávio Vasconcelos, o ex-deputado Gilvan Freire e os jornalistas Heraldo Nóbrega e Chico Pinto.

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