Maranhão afirma que dianteira de Ricardo não foi surpresa

O governador da Paraíba, José Maranhão (PMDB), candidato à reeleição, foi entrevistado hoje à noite no JPB 2ª edição da TV Cabo Branco. A pergunta inicial foi se o peemedebista tinha ficado surpreso com o fato de seu principal adversário, Ricardo Coutinho (PSB) ter sido o mais votado no primeiro turno.

– Não diria que foi uma surpresa total, mas era um risco que todos nós estávamos correndo, já que pesquisa não é um dado definitivo, é apenas uma avaliação com algum grau de credibilidade, mas não é um fato definitivo. De forma que nós estávamos preparados e estamos lutando para para superar esse resultado e ganhar a eleição.

Ao ser indagado sobre as 12 adesões de prefeitos a Ricardo Coutinho ocorrida desde a divulgação do resultado da eleição, com a vantagem de 8.367 votos para o candidato do PSB, Maranhão disse que "fluxo e refluxo" de apoios é um movimento natural da campanha eleitoral:

– Nós já estamos recuperando, nós conseguimos várias adesões, algumas já foram divulgadas e no curso desta semana vamos fazer, inclusive uma solenidade para divulgar as demais. Esse fluxo e refluxo da maré é absolutamente normal.

O apresentador Laerte Cerqueira quis saber quais as metas de Maranhão para a área de segurança pública e que diferenciais existiriam entre as ações de um eventual quarto mandato e as do terceiro, que Maranhão exerce atualmente.

– Nós já investimos, historicamente, a maior parcela que até hoje se investiu na história da segurança na Paraíba: viaturas, equipamentos, capacitação de pessoal, convocamos todos os concursados e mais, compramos o segundo dia de folga dos policiais, o que nos permite colocar quase 800 policiais a maior no policiamento das ruas. Além disso, agora nós decidimos adotar uma medida que é um grande estímulo para que os policiais trabalhem com mais dedicação e entusiasmo. Adotamos a mesma linha do Estado de Sergipe: vamos implantar a PEC 300, que é uma reivindicação de longos anos da PM do Estado. Quem vai pagar a conta é o Estado, é claro. Esses cálculos já foram feitos. Vai sair da própria receita do Estado com base na avaliação do crescimento da economia. A nossa previsão é de que a própria receita do Estado, a própria economia, a receita do Estado pagará esta despesa.

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