Manoel Júnior afirma que tem menos rejeição que Maranhão

O deputado federal Manoel Júnior quer se manter no páreo apesar de todas as investidas do ex-governador José Maranhão para ser o candidato do PMDB a prefeito de João Pessoa. Hoje, ele ressaltou ter menos rejeição que Maranhão e reforçou sua defesa da realização de pesquisas qualitativas para decidir quem será o adversário de Luciano Agra (PSB) nas eleições municipais de outubro. Além disso, Manoel considerou ser tardio o prazo estabelecido pelo diretório estadual para anunciar o nome do candidato do PMDB a prefeito da capital. Para ele, em março a candidatura já deveria estar nas ruas:

– Em 1990, Ronaldo Cunha Lima tinha 13% e Wilson Braga 63% e que ganhou a eleição foi Ronaldo Cunha Lima. Eu tenho percentuais de aceitação interessantes. Em algumas pesquisas de 8,5%, outros 10%, pesquisas que eu fiz, tirando o nome de Maranhão, até 13%. Ele, por ter sido governador três vezes tem um percentual sempre acima do meu. Não é o primeiro lugar nas pesquisas que foram publicadas, mas tem um percentual maior que o meu e isso é reconhecido. Por outro lado, eu tenho um perfil de rejeição que me permite pensar em crescer durante o processo, um percentual de intenção de votos na rejeição do ex-governador é bem maior que o meu. Sobre o lançamento do candidato, acho março muito tarde. Nós precisávamos ter mais tempo e eu venho dizendo isso há bastante tempo. Tanto ao ex-governador José Maranhão, como ao presidente do partido Antonio Souza como a figuras importantes no PMDB que são Veneziano e Vitalzinho e alguns deputados estaduais. Mas se o prazo é março, esperemos até março.

Manoel ainda desmentiu boatos sobre crise com o ex-governador José Maranhão e reforçou sua parceria com o líder do PMDB na Paraíba:
 
– Eu não tenho absolutamente nenhuma querela com o ex-governador Maranhão, pois é nele que eu voto desde que tinha 18 anos de idade. De lá pra cá, tenho apoiado em todos os processos eleitorais, sempre ao seu lado, mesmo quando alguns não estavam. Me preparei para o pleito de 2012 já que fui preterido pelo partido em 2004. Eu tinha uma pré-candidatura postada, mas na época o então senador José Maranhão me pediu para retirar e eu retirei. Mas, agora o PMDB não pode ficar distante do pleito eleitoral e dos problemas de João Pessoa.

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