Lincoln reúne-se com juízes para ouvir sugestões e reivindicações

Ouvir, pessoalmente, as principais queixas e sugestões dos magistrados, quanto aos problemas enfrentados em suas respectivas varas, a fim de elencar uma ordem de prioridades. Foi este o objetivo da reunião ocorrida na manhã desta sexta-feira (11), no Fórum Cível “Desembargador Mário Moacyr Porto”, entre o presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Abraham Lincoln da Cunha Ramos, e os juízes daquela unidade judiciária.

Entre os assuntos discutidos no encontro o destaque maior foi para as mudanças que devem ocorrer com as alterações de dispositivos da nova Lei de Organização e Divisão Judiciárias do Estado (Loje). O aumento do número de servidores, assessores de juízes e estagiários e as condições estruturais de ambientes de trabalho também mereceram considerações e ainda início da virtualização dos feitos, umas das metas do atual presidente, que é ampliar o processo na jurisdição de primeiro grau. Foi conversado também sobre os critérios para plantões judiciários e substituição entre magistrados, dentre outros.

Pensando na celeridade que pretende dar no encaminhamento das providências, algumas soluções para os problemas enumerados foram sugeridas e até equacionadas durante a reunião. O desembargador Lincoln explicou aos juízes que, no momento, aguarda a análise sobre as vantagens e desvantagens do sistema que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) irá adotar, no tocante à virtualização dos processos judiciais. Adiantou, ainda, que está providenciando a instalação dos Juizados Especiais, previstos com a entrada em vigor da Loje. Também informou que fará uma apresentação aos juízes dos novos diretores e gerentes que compõem a estrutura administrativa do Tribunal.

“Farei esta mesma reunião com os juízes do Fórum Criminal da Capital, do Fórum de Mangabeira e com os demais magistrados do interior do Estado. Faz parte do entendimento desta mesa diretora a importância desta prática, onde o gestor pode sentir, de perto, o que aflige os jurisdicionados, os juízes e os operadores do Direito, para tentar minimizar estas situações”, destacou.

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