Guilherme nega esquizofrenia e acusa amnésia de Ricardo Coutinho

Cláudia Carvalho

A tomada de depoimentos na ação que pede o desligamento do deputado estadual Guilherme Almeida do PSB quase se transformou hoje à tarde em um pseudo-consultório político. Acusado pelo prefeito Ricardo Coutinho de sofrer de esquizofrenia política, Guilherme negou o diagnóstico e devolveu a provocação ao presidente estadual do PSB: "Ele é que deve sofrer de amnésia porque veio depor e negou tudo que o partido fez comigo. Disse que não houve perseguição a mim".

Ainda de acordo com Guilherme, que acompanhou o depoimento do prefeito, assim como das demais testemunhas convocadas pelo juiz Aloízio Bezerra e pelo promotor Amadeus Lopes, a tese do PSB se sustenta no Estatuto, que o partido alega ter sido desobedecido pelo parlamentar.

Guilherme, contudo, diz que há fartas provas na imprensa do veto que sofreu, impedindo sua chegada à Secretaria de Interiorização do Governo, cargo para o qual foi convidado pelo governador José Maranhão.

Depois de Ricardo Coutinho, o secretário do PSB, Edir Mendonça deu entrada na sala para depor. A expectativa é que só depois dele seja convocada a deputada estadual Nadja Palitot, que promete "uma bomba" para quando deixar a sala de depoimentos.

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