Governador promete terminar Centro de Convenções em 30 meses

O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), prometeu hoje concluir as obras do Centro de Convenções em 30 meses. Em seu discurso, o socialista não deixou dúvidas de sua intenção: "O Centro de Convenções é tão importante para a Paraiba que será feito sob qualquer circunstâncias. Estamos trabalhando com a previsão de 30 meses até o teatro, que é um equipamento para 3.065 pessoas. No máximo, levará 36 meses".

Do campo administrativo, o governador passou a comentar a adesão do vereador Hervázio Bezerra (PSDB) ao bloco governista e deu uma senha: quem quiser aderir, não sofrerá discriminação. A fala de Ricardo foi entendida como uma senha para a aproximação com dois peemedebistas: Márcio Roberto e Trocolli Júnior.

"Ao assumir, eu disse uma coisa que é fundamental: cabe ao atual governo unir a Paraíba para fazê-la avançar. Quem quiser caminhar neste sentido, será bem vindo. Hervázio já esteve conosco como vereador. Ele já me fez oposição, mas entendemos que era hora de sinalizar a construção de um novo futuro. Quem não fizer isso, vai ficar no lixo da história. Todos aqueles que queiram avançar com a Paraíba, o Governo não vai discriminar. Esse é o sentido. Não vim governar para aprofundar o fosso, mas para que o Estado avance. Não há toma lá dá cá. Não há discussão sobre cargos, embora seja um ato legítimo. Isso não foi pautado até hoje. Estamos mudando o perfil. A cultura era do primeiro eu, depois o nós. Mas, é preciso mudar isso".

Finalmente, Ricardo Coutinho descartou que haja uma nomeação em curso para acabar a interinidade de Waldson de Souza na Secretaria de Saúde:

"A Pasta não está vaga. O secretário é Waldson Souza. Ele está trabalhando".

Outro ponto abordado pelo governador foi a retomada, em abril, das obras viárias na Paraíba

"As rodovias são um problema grave. Não há recursos para reconstruir a malha. Em abril, vamos começar as obras rodoviárias com recursos que conseguimos em Brasília, mas temos déficit alto com estradas".

Ao ser abordado sobre a tese de abertura de uma CPI sobre irregularidades na gestão de José Maranhão, Ricardo disse não ter ingerência sobre o assunto:

"Eu sou do poder executivo e não tenho intenção de participar de debate sobre CPI alguma".

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