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Eletricitários decidem se haverá greve na próxima quinta-feira

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Os trabalhadores do setor eletricitário da Paraíba decidem nesta quinta-feira se farão greve por tempo indeterminado.  A greve tem como objetivo chamar a atenção da sociedade contra demissões, práticas anti-sindicais e o assédio moral que a Energisa está promovendo contra os seus empregados.  O indicativo foi dado hoje, durante uma assembléia realizada entre às 7h30 e 11h30 da manhã, na frente da sede da empresa, em João Pessoa. Os trabalhadores do setor estão recebendo o apoio da Central Única dos Trabalhadores na Paraíba (CUT-PB), que está denunciando a Energisa por práticas anti-sindicais.
 
“Os trabalhadores estão cobrando da Energisa uma proposta decente em relação à Participação dos Lucros e Resultados (PLR) da empresa e protestando contra práticas anti-sindicais sofridas pelos representantes dos empregados. A principal delas aconteceu através da demissão do dirigente sindical Marco Miranda. A Energisa alegou que o dirigente sindical está locado em outro domicílio, quando se transferiu de João Pessoa para Campina Grande. No entanto, a base do seu sindicato é estado todo, tornando a demissão irregular. Além disso, em torno de 130 pessoas já foram demitidas só nestes últimos meses”, informou Gilberto Paulino, secretário de relações do trabalho da CUT-PB.
 
De acordo com Zioelton Maia, secretário de comunicação da CUT-PB, “não podemos admitir que a empresa esteja indo contra a Constituição Nacional e os direitos dos trabalhadores. Sabemos que o sindicalista foi demitido por difundir os direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras. Estamos dando todo o apoio possível ao Sindicato”, destacou Maia, um dos representantes da CUT na assembléia realizada na manhã desta terça-feira.
 
"A demissão de um sindicalista é uma afronta à organização sindical. Os trabalhadores da Energisa estão assustados com tanta perseguição na empresa que não registra os acidentes de trabalho, impõe metas impossíveis de serem alcançadas e realiza reuniões pressionando os trabalhadores. Diante dos fatos, o Sindeletric vai retornar ao Ministério Público do Trabalho e desenvolver atividades políticas no sentido de barrar a gana da Energisa por lucro", afirmou Dráuzio Macedo, sindicalista e representante da CUT-PB.
 

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