Rômulo Soares

Corretor de Imóveis, Administrador de Empresas, Advogado e Jornalista. Pós Graduado em Direto e Processo do Trabalho pela Gama Filho-RJ e Direito Difuso, Coletivo e Ministério Público pela FESMIP-PB. Atualmente Presidente do CRECI-PB.


Edifícios inteligentes revolucionam o mercado imobiliário

A Tecnologia da Informação(TI) tem avançado de maneira tão rápida que ninguém sabe, mas espera, a próxima novidade para o dia seguinte. Pois bem, isso ocorre em todos os setores da economia e da vida humana na Terra. A prova está nos computadores e nos smartphones de última geração que são lançados todos os anos. Estamos vivendo a era da internet das coisas e esta invade o mercado imobiliário.

Os potentes equipamentos de informática estão sendo cada vez mais utilizados em todos os ambientes e funcionam com um simples toque de digital, com um olhar (reconhecimento facial), ou um comando de voz. À distância, a pessoa pode abrir o portão da garagem da casa (ou do prédio) onde mora, apagar ou acender as luzes do escritório e por aí vai. É o futuro pensado na ficção (há décadas) se fazendo presente no cotidiano das pessoas.

Neste contexto (não é mais novidade nos Estados Unidos, nem em muitos países europeus), o Brasil está aplicando tal tecnologia no setor imobiliário, proporcionando um diferencial aos prédios residenciais, tornando-os cada vez mais seguros e funcionais.

É a tecnologia sendo utilizada para agregar valor às novas construções, conhecidas como edifícios inteligentes, em um mercado com uma taxa de crescimento anual no Brasil estimada em 35%, até o ano de 2025, e uma movimentação na economia na ordem superior a US$ 82 bilhões, segundo estimativas da consultoria Variant Market Research.

Os edifícios inteligentes têm mercado certo e crescente em todos os continentes e o Brasil está inserido neste mercado, em função da sua crescente classe média alta ávida por consumo.

Bom para o mercado imobiliário, para a economia e para quem aplica dinheiro nos Fundos Imobiliários disponíveis na Bolsa de Valores de São Paulo(B3).

Mas o que oferece ao mercado um prédio inteligente? A resposta é comodidade, luxo e segurança. É a internet das coisas complementando nossas vidas e nos proporcionando mais integração com o mundo globalizado. Um prédio inteligente – dotado de internet das coisas – possui sensores e câmeras, servidores, elementos robóticos e outros dispositivos interconectados à rede mundial de computadores.

Se, no início da Internet, o e-mail (hoje as redes sociais) proporcionou uma experiencia inimaginável, ao ponto de, praticamente, acabar com a Empresa Brasileira de Correios, os edifícios inteligentes ainda nos proporcionarão o armazenamento de informações na nuvem, coisa ainda pouco praticada hoje. A tecnologia ainda proporcionará muitas surpresas ao mercado imobioliário.

Edifícios inteligentes revolucionam o mercado imobiliário

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