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Dilma não comenta pesquisa e diz ser vítima de acusações da época da Guerra Fria

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A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, afirmou na manhã deste domingo que tem sido vítima de acusações da época da Guerra Fria e descartou uma virada de direita para se eleger, em referência ao seu opositor na disputa, José Serra, que tem levado o debate neste segundo turno para um campo mais conservador.

Dilma vem sendo alvo de boatos, em especial entre grupos religiosos, de que defende o aborto e de que nem Jesus Cristo tiraria dela a vitória. A candidata vem reiterando sua posição contrária ao aborto e nega ter dito as frases.

A petista visitou na manhã de hoje a Bienal de São Paulo. Ela apresentou propostas para a área da cultura e voltou a falar sobre a disputa presidencial. "Aquela acusação da Guerra Fria, dos anos 50, de quando você queria acusar uma pessoa, você falava que ela comia criancinhas, eu jamais esperei escutar uma coisa dessas e escutei."

Questionada sobre se Serra está levando o debate para um campo conservador, Dilma disse que a disputa não só é "conservadora, como beira todas as manifestações absurdas da Guerra Fria".

Segundo ela, a oposição tenta "pregar" no adversário uma imagem que é ridícula no século 21. Ela afirmou ainda que espera que o debate hoje na Band seja de "alto nível" e esclarecedor.

Sobre a pesquisa Datafolha divulgada hoje, Dilma afirmou que não comentará porque o resultado é um retrato do momento. O levantamento mostra que a petista tem 48% dos votos totais contra 41% de José Serra (PSDB). A diferença entre eles é de sete pontos percentuais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Quando se consideram os votos válidos (excluindo-se brancos e nulos), Dilma tem 54%, e Serra fica com 46%. A diferença entre eles vai a oito pontos percentuais.

Ao falar de cultura, ela fez três propostas que pretende colocar em prática, caso eleita: instalar uma biblioteca, uma sala de cinema e pelo menos um ponto de cultura em cada município do país. Ela ainda comentou sobre as obras de Gil Vicente, que estão na Bienal e mostram o autor apontando uma arma para políticos, como FHC e Lula.

Dilma afirmou que "as pessoas têm o direito de se manifestar livremente e que a cultura não pode ser objeto de censura". Durante a visita de hoje, a petista estava acompanha do ministro da Cultura, Juca Ferreira.

Folha Online
 

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