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Depois de acidente, Bombeiros realizam perícia em fábrica de fogos

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O tenente-coronel Vilmar Dias de Oliveira e o capitão Nazareno de Oliveira Morais, ambos do Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba, estarão nesta quinta-feira, 14, na cidade de Cajazeiras com o objetivo de realizar a perícia na residência do sargento reformado da Polícia Militar, Arimatéia de Souza, onde funcionava uma fábrica de fogos de artifício, que explodiu na manhã desta quarta-feira (13) provocando a morte do militar, destruindo várias casas, veículos e ainda deixando seis pessoas feridas.

Os dois oficiais foram designados pelo tenente-coronel José Jobson Ferreira, diretor de Atividades Técnicas do Corpo de Bombeiros, após contato mantido com o comandante da Corporação, coronel Ricardo Rodrigues. O resultado da perícia deverá ser divulgado dentro de 15 dias.

Enquanto isso, o comandante do Batalhão do Corpo de Bombeiros, em Cajazeiras, 1º tenente Danilo Ramalho Leite, recebeu a incumbência de manter contato com o comandante do 6º BPM com o objetivo de solicitar o isolamento da área porque ainda existem fogos no local. Ao comando do Exercito Brasileiro na Paraíba, será solicitada a retirada do material existente, como também uma vistoria com o objetivo de evitar novo acidente.

Um decreto presidencial de 28 de janeiro de 1965 regulamenta a fiscalização de produtos controlados. No capitulo V atribui ao antigo Ministério do Exército a incumbência de decidir sobre o registro de empresas civis que se especializem na fabricação, recuperação, manutenção, utilização industrial, manuseio, exportação, importação, armazenamento e comércio de produtos controlados, inclusive as fábricas de artifícios pirotécnicos.
 
Levantamento – Ao Corpo de Bombeiros cabe a ação preventiva no caso de solicitado e na emissão de certidão, o que não aconteceu com a fábrica de fogos de artifício em Cajazeiras, que funcionava de maneira clandestina, sem nenhum tipo de registro.
 
A explosão da fábrica aconteceu por volta das 6h, no bairro dos Remédios. As causas ainda são desconhecidas. No local, morreu o sargento reformado Arimatéia de Sousa, destruiu três casas e ainda atingiu cerca de cinquenta moradias próximas. O estrondo foi ouvido a mais de 10 km de distância. O corpo do militar ficou carbonizado.

O coronel Rodrigues, Comandante do Corpo de Bombeiros enviou vários oficiais para fazer os levantamentos do acidente e a realização de uma operação na cidade de Cajazeiras. O objetivo é descobrir e desativar todos os pontos de fabricação e comercialização de fogos de artifício.

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