Daniella Ribeiro deve ser vice de Ricardo; Wellington pode substituir Efraim

Cláudia Carvalho

Até o dia 30, muitas articulações devem ser deflagradas para fechar as composições das chapas majoritárias. Mas, no lado socialista da disputa, o quadro final já está parcialmente desenhado com a inclusão de Daniella Ribeiro (PP) como vice de Ricardo Coutinho (PSB). A escolha teria sido do próprio Ricardo, diante do risco de perder o apoio do PP, legenda assediada pelo adversário José Maranhão (PMDB) e que teria aumentado, nos últimos dias, o grau de pressão para emplacar a vereadora como companheira de chapa do presidente do PSB.

Ainda não há definição, mas existe uma operação em curso para verificar a possibilidade de atrair o deputado federal Wellington Roberto (PR) para o bloco de oposição. O aceno para concretizar sua adesão seria a oferta da vaga para disputar o Senado, já que a renúncia de Efraim Morais (DEM) tem sido tratada. Wellington substituiria Efraim e traria o partido para o bloco de apoio a Ricardo Coutinho.

O senador democrata, contudo, resiste, mas não tem garantia de permanecer candidato por causa da intensa repercussão da denúncia sobre a contratação de duas estudantes como servidoras fantasmas de seu gabinete. No final do mês passado, o senador havia previsto uma conclusão do inquérito e sua resposta a respeito do caso até o dia 10. O prazo expirou e não há sinalização de que a investigação seja encerrada, tornando crítica sua manutenção na chapa.

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