CUT defende aumento do mínino para R$ 580,00

A Central Única dos Trabalhadores na Paraíba (CUT-PB) defende que o reajuste do salário mínimo avance para R$ 580,00. De acordo com o presidente da entidade, Luis Silva, o reajuste é de extrema necessidade tanto para os trabalhadores paraibanos e de todo o Brasil, como também para o próprio desenvolvimento econômico do país. Ele alerta que um reajuste baixo pode trazer conseqüências diretas para o comércio e a indústria paraibana.

Segundo o sindicalista, ao longo do governo Lula o país como um todo sentiu as conseqüências positivas de uma política justa de reajuste do salário mínimo, que fez com que o poder de compra do trabalhador brasileiro e paraibano subisse e assim as pessoas pudessem ter mais qualidade de vida. Ele explica que o desenvolvimento trouxe ótimas conseqüências para todos os setores da economia.

Luis Silva destacou que a maneira correta de manter este desenvolvimento é dar continuidade a política de reajuste do mínimo. “O governo alega adequação ao orçamento. Mas esta adequação de despesas pode ser feita através de outras políticas que podem cortar custos e ainda incentivar o desenvolvimento econômico”, disse ele.

De acordo com o presidente da CUT-PB, uma destas possíveis soluções é promover o incentivo a indústria de transformação no país e no Estado. “O Brasil ainda está amarrado ao sistema de produzir bens brutos para depois comprar os mesmos produtos industrializados de volta. É o que acontece com a nossa soja e o aço. Na Paraíba, esta realidade é a mesma. Não temos um parque industrial que garanta por si só o desenvolvimento”, destacou o sindicalista.

“A CUT já está negociando em nível nacional em Brasília com a presidente Dilma para que o valor seja definido como R$ 580,00. Não iremos aceitar que o desenvolvimento seja estancado”, explicou Luis Silva.
 

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