Corregedor considera naturais os conflitos entre os deputados

Recém-eleito corregedor da Assembleia Legislativa, o deputado estadual João Gonçalves (PSDB) não considera preocupante o saldo da semana legislativa na qual Aníbal Marcolino (PSL) e Daniella Ribeiro (PP) fizeram severas críticas ao líder do Governo, Lindolfo Pires (DEM). O parlamentar de Sousa inicialmente foi desafiado a resolver pendências com o médico no lugar e da forma como achasse melhor. Hoje, na tribuna, Daniella o acusou de mentir, usar de má fé e agir de maneira ditatorial na Comissão de Constituição e Justiça.

Para João, contudo, o acirramento de ânimos é natural:

– Todos têm a liberdade de expressão. A Constituição permite e o deputado tem imunidade. Um deputado pode dizer que o outro é ditador. Ele fala o que acha. Se alguém se achar ofendido, tem que fazer o contraditório. Daniella Ribeiro está exercendo seu direito.

A respeito do outro embate, envolvendo o deputado Aníbal Marcolino, João brincou:

– É natural. Aníbal não disse o lugar e nem de que forma resolveria o problema. Pode ser num cinema ou numa festa para descontrair e resolver.

O Corregedor adiantou, contudo, que espera instalar o Conselho de Ética da Assembleia Legislativa na próxima terça-feira. O pedido já foi encaminhado à mesa diretora da Casa.

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