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Com 37 casos investigados, PB cria centro para monitorar casos de varíola dos macacos

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Com um caso da varíola dos macacos (monkeypox) confirmado e 37 em investigação, a Paraíba criou na manhã desta quarta-feira (17) o Centro de Operações de Emergência (COE) para monitorar e acompanhar a doença no estado.

A secretária Estadual de Saúde, Renata Nóbrega, disse que o objetivo do Centro, que não é físico, mas uma reunião de representantes de vários órgãos da saúde, é traçar planos, em reuniões semanais, de monitoramento e acompanhamento da doença.

“O COE é um espaço de reuniões, ou de forma presencial ou virtual, para acompanhar, junto com o grupo de expertise, todo o cenário epidemiológico, as mudanças que ocorreram ou então as novidades e definições de caso, definições na parte de laboratório ou de tratamento”, disse a secretária.

Ela ressaltou que o time da assistência está pronto também para fazer o acompanhamento da população paraibana.

Dos 37 casos investigados na Paraíba, oito deles são em pacientes com idade entre zero ou 19 anos.

A doença

Monkeypox, mais conhecida como varíola dos macacos, é uma doença viral causada pelo Monkeypox Vírus (MPXV). A apresentação clínica é semelhante à da varíola, porém o agravo é menos transmissível e menos grave. A transmissão entre humanos ocorre, principalmente, por meio de contato direto ou indireto com sangue, fluidos corporais, lesões de pele ou mucosa de animais infectados. O período de incubação é tipicamente de 07 a 14 dias, mas pode chegar a 21.

A Secretaria de Saúde da Paraíba orienta que os pacientes com suspeita do agravo devem procurar um atendimento médico para que seja feita a notificação e a investigação necessária com coleta de exames.

A orientação é não compartilhar alimentos, objetos de uso pessoal, talheres, pratos, copos, toalhas ou roupas de cama. Entretanto, estes itens poderão ser reutilizados após higienização com detergente comum.

Apesar do Monkeypox não ser tão infeccioso como outros vírus, a exemplo do causador da Covid-19, o MPXV é disseminado pelo trato respiratório e o uso de máscaras também contribui na contenção do vírus, segundo a secretaria.

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