Cláudio Lima chama PEC 300 de “desarranjo psicológico”

O secretário de segurança pública da Paraíba, Cláudio Lima visitou a cidade de Patos neste final de semana e se reuniu com os representantes das polícias civil e militar para traçar objetivos da atuação no combate à criminalidade naquela região. O secretário também falou sobre a polêmica em torno da PEC 300, votada na Assembleia e sancionada pelo então governador José Maranhão (PMDB). Indagado a respeito dos projetos, Cláudio disse que a PEC foi um “desarranjo psicológico”.
 
– A PEC 300 vocês sabem mais do que eu, pois essa preocupação hoje não é minha, a PEC 300 surgiu em um momento ruim e trouxe para as policiais um desarranjo psicológico, pois é proibida por lei. Foi dado um aumento para as polícias em abril (2010) e esse aumento não foi cumprido. O interessante é que criam uma obrigação, não cumprem e já criam outra e as pessoas passam a acreditar nisso.
 
Ele disse que o Estado não tinha condições de pagar a PEC, mas que não cabe a ele comentar um processo que está na justiça.
 
– Não cabe a mim responder pela PEC até por que ela está na justiça. O que se sabe é que o estado não tinha como assumir esse ato, que não merece da minha parte, nenhuma análise, até por que é uma análise política e não minha.
 
Lima acrescentou não entender o que o aumento das polícias da Paraíba tem a ver com a PEC 300.
 
– A PEC 300 é um projeto de emenda constitucional que vem do Congresso Nacional que tramita há mais de dois anos. Essa história de PEC 300 eu não sei quem criou isso o que teve foram dois aumentos prometidos no passado que nenhum foi cumprido. Não cabe a mim traçar juízo de valor sobre esse assunto, por que a própria legalidade e a possibilidade de pagamento está sendo discutida hoje na justiça.

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