Cícero ouve relatos de perseguição política no interior

O senador Cícero Lucena (PSDB) visitou, nesta segunda-feira, dia de São Pedro, as cidades de São Vicente do Seridó. Nas duas cidades administradas por prefeitos do DEM, Cícero esteve acompanhado de deputados estaduais e disse ter ouvido várias denúncias de perseguição política, por parte do Governo Maranhão III.

Em São Vicente do Seridó, Cícero Lucena e comitiva foram recepcionados pelo prefeito Chico Berto Em Caldas Brandão, o prefeito João Batista Dias (DEM) fez as honras da casa. Em ambas as visitas, acompanharam o senador o deputado federal Efraim Filho (DEM) e os deputados estaduais Ruy Carneiro e Fabiano Lucena (ambos do PSDB), além de vereadores das duas cidades.

Em São Vicente do Seridó, o prefeito Chico Berto fez questão de lembrar o apoio recebido pelo ex-governador Cássio Cunha Lima durante o seu mandato, a exemplo do acesso asfaltado à cidade cuja obra teve nada menos que oito anos de promessas não cumpridas pelo atual governador do estado. “Passei oito anos cobrando a estrada e só com a chegada de Cássio ao governo é que esse sonho da cidade foi concretizado", testemunhou Berto.

Cícero Lucena ainda ouviu do prefeito a indignação por causa de servidores pro-tempore que foram exoneradas do Estado, por pura perseguição política, “Pessoas com mais de 23 anos de trabalho foram demitidas” denunciou o prefeito, que teve a garantia do deputado Ruy Carneiro no sentido de denunciar na Assembléia Legislativa a perseguição que ocorre na cidade.

Chico Berto lembrou que, quando Cássio assumiu o governo em 2003, deu um basta à perseguição política. “O pior político é aquele que persegue os pequenos”, desabafou o prefeito, ao lembrar que pessoas que recebiam apenas um salário mínimo estão hoje desempregadas.

Indignado, Cícero ouviu os relatos do prefeito Chico Berto e garantiu: “O que esse governo que está instalado na Paraíba pelo TSE sabe fazer com maestria é perseguir, principalmente os mais humildes”.

O senador disse estar preparado para dar mais um basta a expediente pequeno da intolerância política, assim como fez Cássio Cunha Lima em suas duas gestões, e que infelizmente voltou após a ascensão do "governo biônico da Paraíba".

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