Cássio convoca Campina a resistir ao “reinado da opressão”

Candidato a governador pela Coligação "A Vontade do Povo", o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) voltou a receber o carinho do povo de Campina Grande em comício na noite desta quarta-feira (1º). Num discurso acalorado, Cássio renovou pedido para que a militância intensifique a l por cada voto nesta reta final de campanha e citou uma frase célebre do ex-vereador e poeta Félix Araújo para definir a importância da cidade no processo político estadual.
 
"Esta terra de bravos não será terra de escravos, nem reinado de opressão", declamou o tucano, sendo aplaudido pela multidão que ocupou as ruas do Sol e Mem de Sá, no bairro de Santa Rosa.
 
Antes de iniciar o discurso, contudo, Cássio agradeceu mais uma vez aos gestos espontâneos de confiança demonstrados no último domingo, na maior carreata da história política de Campina e da Paraíba.
 
"Mais do que uma carreata, que acabou virando passeata. O que aconteceu domingo em Campina foi um brado, um grito de uma cidade que exige respeito. Cidade que não aceita ser tratada de forma desatenciosa. Nossa sociedade é consciente, sábia e de extremo discernimento", descreveu.
 
Durante sua fala, o candidato do PSDB ao governo estadual voltou a pedir voto para seu candidato ao Senado, Wilson Santiago, e ressaltou novamente a importância do trabalho de cada cidadão paraibano no convencimento dos indecisos "ou dos que estão equivocadamente votando do outro lado".
 
"Mais do que o voto, meus irmãos, peço o apoio e o trabalho para que até as cinco horas do próximo domingo a gente possa conquistar sempre mais um voto. Teremos aqui uma grande vitória, eu tenho certeza. Mas nossa vitória precisa ser maiúscula, para consolidá-la já no primeiro turno", comentou Cássio.
 
Por fim, o candidato tucano convidou a população campinense a repetir a festa de domingo nesta quinta-feira (02), para quando está marcada uma passeata nos bairros da Liberdade e no Catolé.
 
"Vamos, mais uma vez, a partir das 15h30, ocupar as ruas de Campina para gritar pela libertação do nosso Estado", pontuou.

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