Rômulo Soares

Corretor de Imóveis, Administrador de Empresas, Advogado e Jornalista. Pós Graduado em Direto e Processo do Trabalho pela Gama Filho-RJ e Direito Difuso, Coletivo e Ministério Público pela FESMIP-PB. Atualmente Presidente do CRECI-PB.


Boas novas para a construção civil e mercado imobiliário

Dados divulgados pelo Ministério da Economia através do Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados (Caged), apontam que o setor de serviços da construção civil foi o que mais abriu vagas no ano passado, com 17.957 postos, à frente de outros, como Indústria de transformação, Indústria extrativa mineral, Serviços industriais de utilidade pública, Administração pública, Comércio, Agropecuária e Serviços.

Em sentido contrário, a administração pública foi o único setor que demitiu trabalhadores. A notícia mostra-se alvissareira, nesse período de novo governo federal, com anúncio de medidas que visam o fortalecimento da economia, que tem na cadeia produtiva do setor imobiliário e da construção civil forte propulsor.

Segundo o referido estudo, esse também foi o melhor resultado para um ano fechado, desde 2013, quando foram abertas 1.138.562 empregos com carteira assinada, significando assim, o maior número de vagas abertas em cinco anos.

Nesse contexto, o presidente Jair Bolsonaro já antecipou que em sua gestão acentuará as conquista estabelecidas com a Reforma Trabalhista, retirando assim a tutela do Estado na relação público-privada, entre trabalhadores e empregados, facilitando assim, a vida daqueles que querem empreender no Brasil.

Também na Paraíba – que tem no turismo sua principal vocação econômica – o setor da construção civil – muito bem representando pelo Sinduscon-JP e Sinduscon-PB, vem dando mostras de aquecimento, com lançamentos de grandes empreendimentos, a exemplo de imponente hotel no bairro do Cabo Branco, cujo projeto foi recentemente mostrado nas redes sociais pelo jogador paraibano Hulk, com atuação na China e possuidor de apurado faro de investimentos.

Tal ação inspira confiança ao setor e, claro, mais geração de emprego e renda, com fomento à economia do Estado através do mercado imobiliário e da construção civil.

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