Anselmo nega exclusão do PMDB a Cartaxo e defende punição a dissidentes

O secretário de Articulação Governamental em Brasília, Anselmo Castilho, defendeu hoje uma punição do diretório regional ao bloco dissidente que defende a reversão do apoio do partido à reeleição de José Maranhão (PMDB). O ex-presidente do PT de João Pessoa anunciou que vai levar à executiva nacional a queixa contra os "rebeldes" que também anuncia a busca da cúpula para tentar emplacar uma aliança com Ricardo Coutinho (PSB).

– Não queremos transformar o PT em uma guerra e temos feito de tudo para dialogar. Mas, se alguns estão tratando os assuntos do partido de acordo com suas vontades, elas têm que ser avaliadas pelo Partido dos Trabalhadores. Eu vou levar isso para o presidente nacional e não dá mais para acenar com uma política vencedora internamente e estar sendo tratada como se a vontade de alguém devesse ser imposta a todo o partido.

Sobre o caso de Luciano Cartaxo, Castilho isentou o PMDB e José Maranhão de culpa na exclusão de Luciano Cartaxo da chapa majoritária:

– Luciano entendeu que não tinha o tempo necessário de espera. O tempo do governador é um, o do PT é outro e o de Luciano é outro. Luciano entendeu que o tempo dele, por causa de um projeto de candidatura, era outro. A solução foi dada quando ele ofereceu seu nome para pré-candidato a deputado estadual. Então, não houve uma exclusão por parte do PMDB. Dê a César o que é de César.

O PT da Paraíba tem uma reunião agendada para esta terça-feira, 11, às 19 horas, para debater o posicionamento em relação à chapa majoritária. Segundo Anselmo, há uma tendência de sugerir os nomes de Rodrigo Soares e Jeová Campos para cargos na majoritária de Maranhão. Amanhã, uma lista deve ser elaborada contendo sugestões do partido para a chapa do PMDB, mas, agora o tom não será de imposição.

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