Aníbal lembra retaliação e não acredita em adesão de Hervázio

O deputado Aníbal Marcolino (PSL) disse ainda não acreditar que o vereador Hervázio Bezerra (PSDB) assuma, como suplente, o lugar do deputado Manoel Ludgério (PDT) na Assembleia Legislativa. Ele lembrou que o tucano, durante a gestão do então prefeito Ricardo Coutinho, atual governador do Estado, sofreu retaliação e perseguição por fazer críticas e denúncias, na época, contra a administração municipal.  Ludgério foi convidado pelo governdor Ricardo Coutinho (PSB) e deverá ocupar a PBprev.

Aníbal Marcolino lembrou também que Ricardo Coutinho, quando prefeito, chegou a orientar, na Câmara, um ex-vereador a apresentar, na tribuna, indícios de irregularidades que teriam sido cometidas na gestão do então secretário de Saúde do Município, Hervázio Bezerra. “Tentando manchar a imagem de Hervázio, causando constrangimento aos familiares dele, o deixando numa situação difícil”, acrescentou.

Para Marcolino, o vereador sempre fez oposição ao prefeito e ao governador e não pode agora, de uma hora para outra, mudar de lado, passar uma borracha na sua trajetória política e postura para poder ocupar, como suplente, uma cadeira na Assembleia Legislativa. “Conheço Hervázio, é um político de princípios e, eu tenho certeza, que ele não tomará uma posição como essa para apagar sua trajetória política”, ressaltou.

“Não só Hervázio, como eu e o ex-vereador Professor Paiva fomos, por diversas vezes, chamados pelo atual governador, quando prefeito, de moleques, marginais e irresponsáveis. Ou ninguém se lembra mais disso. O grupo do governador chegou, inclusive, a nos acusar de ter planejado o atentado contra a secretária de saúde do Município Roseana Meire. Então, depois de tudo fizeram de ruim contra nós, Hervázio vá aceitar isso”, desabafou.

Segundo o deputado, por isso e outros absurdos mais cometidos pelo governador contra a oposição, Hervázio vai fazer uma reflexão, pensar duas vezes antes de tomar qualquer decisão que venha num futuro bem próximo lhe prejudicar e gerar um desconforto a sua carreira política.

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