André nega que cargo de Maranhão seja moeda de pressão do PMDB

O deputado estadual André Gadelha (PMDB), líder de oposição na Assembleia Legislativa da Paraíba, comentou hoje o aumento da especulada pressão do PMDB por cargos no governo de Dilma Rousseff (PT). Mesmo acreditando que ainda esta semana seja confirmada a nomeação do ex-governador José Maranhão (PMDB) para um posto na estrutura federal, o parlamentar negou que a negociação tenha se tornado mais forte com as acusações de enriquecimento ilícito por parte do ministro chefe da Casa Civil, Antônio Palocci.

O site Último Segundo, contudo, noticiou hoje que o PMDB teria endurecido a pressão contra a presidente Dilma Rousseff para conseguir nomear seus indicados em troca de apoio político para livrar o governo da dor de cabeça da instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar a evolução patrimonial do ministro Antonio Palocci. No pacote de 50 cargos de segundo escalão que teria sido apresentado a Dilma como condição indispensável para amealhar o apoio do partido, estaria a presidência da Embratur para o ex-governador da Paraíba.

André, contudo, diz que o cargo de Maranhão não estaria sendo usado como moeda de troca do PMDB junto ao Palácio do Planalto:

– Soubemos de uma fonte muito forte que Maranhão terá esta semana um cargo federal de relevância e reconhecimento pela história do partido e de seu trabalho na Paraíba. Ele será lembrado por Dilma Rousseff, mas não imagino que a barganha por cargos passe por Maranhão. Ele tem uma história e coerência. Duvido muito que isso esteja acontecendo e mesmo que tenha sido cogitado este tipo de pressão pelo PMDB.

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