Aguinaldo Ribeiro diz que acusação de inelegibilidade é “requentada”

O deputado estadual Aguinaldo Ribeiro (PP) declarou hoje ser "requentada" a sentença da juíza federal Cristina Garcez publicada no Diário da Justiça do último domingo determinando a suspensão dos direitos políticos dele por sete anos, pagamento de multa civil de R$ 5.000,00 e ao ressarcimento aos cofres públicos de R$ 94.903,20 por improbidade administrativa relativa ao período em que foi secretário de Agricultura do Estado.

"Essa matéria é requentada e só aconteceu que demorou dois meses para ser publicada. Eu sou mais candidato do que nunca. O TCU já se reportou a essa matéria. Nós vamos apresentar defesa ainda na primeira instância,  que eu acho que a juíza não vai acatar porque é difícil esse povo mudar de opinião, mas vamos juntar as provas necessárias no momento oportuno para consubstanciar aquilo que o Tribunal já auditou. Estou muito tranquilo em relação a isso", disse Aguinaldo.

A punição ao deputado do PP se deu porque ele, enquanto secretário de Estado, homologou o ato de dispensa de uma licitação, sob a alegação de surto epidêmico de febre aftosa no Estado. Segundo o Ministério Público Federal, o fato que motivou a execução do convênio nº 001/2000 não foi constatado.

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