Aguinaldo afirma que vice de João é do PP e nega que recuo tenha relação com Ricardo; ouça

Em entrevista concedida na manhã desta sexta-feira, 17, ao programa BandNews FM Manaíra, o deputado federal Aguinaldo Ribeiro (Progressistas) desconversou sobre a disputa que passou a existir desde quarta-feira entre o partido dele e os Republicanos de Hugo Motta pela indicação de vice na chapa do governador João Azevêdo. O parlamentar disse que essa discussão é caso vencido porque já está definido que será do PP o nome a ocupá-la: “Isso já passou. O PP vai indicar a vice. Os Republicanos fizeram uma opção pelo apoio a um candidato ao Senado adversário do governador. Por que eles não defenderam o governador quando Efraim rompeu com João? Eu já havia dito no dia da filiação de Mersinho Lucena, na presença do presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, que reino dividido não prospera. É isso que eu penso. Quem vota num candidato da chapa majoritária e no outro não, pode ser chamado de aliado? Ou estou num projeto ou em outro. Ninguém serve a dois senhores. Não existia ambiente para eu ser candidato. Quem seria candidato com uma banda do povo votando em outro? Só um idiota iria para uma chapa sabendo que uma parte dos aliados não votariam. Isso é ridículo”, comentou.

Já ao ser indagado sobre as especulações dando conta de que teria sido por medo de enfrentar o ex-governador Ricardo Coutinho (PT) nas urnas que Aguinaldo teria desistido de concorrer à única vaga ao Senado nas eleições de outubro, ele foi taxativo: “Zero chance. Eu ia ter muita satisfação de enfrentar Ricardo Coutinho. Tá uma coisa que eu tinha vontade. Eu sempre considerei ele meu adversário. Nas pesquisas que eu fiz, sempre coloquei o nome dele. Em relação ao senador de Pedro, eu sempre estive muito próximo sem dizer que era candidato, nem ir a canto nenhum, enquanto ele não saía do canto. Mas, o ex-governador Ricardo Coutinho tinha um recall, apesar dele estar inelegível”.

Aguinaldo Ribeiro também respondeu se Daniella Ribeiro poderia ainda ser candidata ao Governo, como tem sido igualmente especulado: “Eu tenho que respeitar minha irmã que é presidente de um partido, mas ninguém imagine que eu estaria com João Azevêdo e ela estaria de outro lado. Ou se é Flamengo ou Vasco. Daniella e eu estaremos juntos. Disso, não há dúvida”.

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