Advogado de Fontineli renuncia a causa e Júri fica para dia 14

Ficou para o dia 14 deste mês, às 9h, o julgamento do radialista José Maria Fontineli, acusado de tentar matar sua ex-companheira, Tânia Maria Coutinho Cavalcante, com cinco tiros de revólver calibre 38. O crime aconteceu em 2004. O Júri Popular teria acontecido na manhã de hoje, se o advogado de defesa do réu não tivesse pedido a renúncia da causa. O julgamento de Fontineli será no auditório Wilson Pessoa da Cunha, do Anexo Administrativo do Tribunal de Justiça da Paraíba, e presidido pelo juiz Perilo Rodrigues de Lucena. 

Mesmo que o foragido José Maria Fontineli não compareça ao julgamento marcado para o dia 14, o Júri vai acontecer à sua revelia, já que ele foi devidamente cientificado por edital e sua prisão preventiva decretada.  

O réu foi denunciado por tentativa de homicídio e, segundo o juiz titular do 2º Tribunal do Júri, José Aurélio da Cruz, o primeiro julgamento havia sido agendado para 18 de novembro, mas não pode ser realizado, devido as ausências do acusado e do seu advogado. O magistrado afirmou que “por esta razão, foi decretada a prisão preventiva do réu para garantir a aplicação da lei penal”. 

José  Maria Fontineli foi denunciado nos termos dos artigos 121, §2º, incisos II e IV c/c (combinados com) o artigo 14, II e 61, I, alínea “e”  do Código Penal. Dos cinco disparados contra Tânia Maria Coutinho Cavalcante, apenas um atingiu a coxa esquerda da vítima. Segundo o inquérito, tudo aconteceu no interior do apartamento de Tânia, no bairro do Bessa.

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