Mário Tourinho

Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal
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Senhor Deus, salvai o Brasil!… (II)

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Na primeira parte deste texto, publicado em comecinho de novembro, eu o fizera como que diretamente me dirigindo a Deus. E um leitor, Laurindo Nóbrega, registrou que “Dizer que somente Deus pode salvar o Brasil, além de ser politicamente incorreto por estar apelando para a pessoa errada, é uma tremenda blasfêmia!”.

Minha compreensão é a de que não cometi blasfêmia alguma, porquanto no texto nada contém que caracterize um insulto ao que é sagrado. Mas reconheço ter escrito e tornado público um pensar que até o cantor/compositor Roberto Carlos já sugerira não o fazer: – “Quando eu quero falar com Deus eu apenas falo/ … e às vezes me calo… / Deus vê (até) uma folha que cai e é levada ao vento”!

De outra parte – e aí já se referindo especificamente a um outro artigo que titulei “O paraibano Queiroga é ministro da saúde?!… Ou do turismo?!…” – a leitora Cely Silva escreveu: “Quem é esse cara que nunca fez nada de relevante durante sua gestão na SINTUR…”. (Em vez de “na” SINTUR, obviamente a leitora quis dizer “no” SINTUR, vez que esta sigla corresponde ao (preposição “a” com o artigo masculino “o”) Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de João Pessoa, entidade (antes denominada AETC-JP) em que atuei por cerca de 25 anos e da qual me desliguei voluntariamente e, permitam-me enfatizar, com a insistência da diretoria para que eu ali continuasse atuando.

Seria omisso se aqui também não publicasse o  que escreveu o leitor Chico  Padilha: – “Não podemos desrespeitar as leis sob qualquer pretexto que não seja a legítima defesa da própria vida e da vida de outrem”. E estas palavras deste leitor corroboram aquele meu pensar, contido nos dois artigos aqui mencionados.

A propósito, pelo que o Brasil assistiu neste final de semana, conforme noticiado por todos os modos de comunicação relativamente à passagem do presidente Jair Bolsonaro na Bahia, e destacando o  conflito (pra não dizer “briga”) entre jornalistas e o pessoal da segurança presidencial e  com os ditos “apoiadores do presidente”, desculpem-me se insisto entender pertinente e ter sentido o título destes escritos: “Senhor Deus, salvai o Brasil!”.

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